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  Acervo Almon
Histórico: Julho de 2010    
 
PROMOÇÃO DIA DOS PAIS
Por  Márcia em 19/07/2010, 12:28
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CUTELARIA HAMMER e ACERVO ALMON

Fizemos uma parceria inédita com a Cutelaria Hammer para o DIA DOS PAIS. Quem se inscrever na Promoção via Site ou pessoalmente na loja (Rua Saldanha Marinho, 459 - Centro - Curitiba/PR) irá concorrer a DOIS Prêmios:

- Primeiro Prêmio: Uma Faca Custon utilitária feita em aço carbono forjada à mão com empunhadura em madeira e bainha de couro no valor de R$500,00 MAIS um Curso de Afiação no valor de R$150,00 na Oficina da Hammer;

- Segundo Prêmio: Curso de Afiação no valor de R$150,00.

O curso poderá ser transferido para outra pessoa. Porém TODOS que usam uma faca, seja no campo, churrasqueira ou cozinha PRECISA saber afiá-la ou ela será de pouca utilidade. Essa é a Sua chance de aprender a AFIAR e MANTER suas facas.

Para se inscrever acesse nosso site e envie um e-mail dizendo: "Quero minha faca Hammer de Presente"

A faca que será sorteada ficará em exposição na loja a partir do dia 20/07/2010.

Sorteio dia 06/08/2010

mail.google.com


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"Vida e Arte de Zé Fortuna e Pitangueira"
Por  Márcia em 05/07/2010, 14:16
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VIDA E ARTE DE ZÉ FORTUNA E PITANGUEIRA

O livro, escrito por Euclides Fortuna, o Pitangueira, retrata a vida e a carreira artística de um dos trios mais famosos nas décadas de 50 e 60: OS MARACANÃS – Zé Fortuna, Pitangueira e Zé do Fóle, que se tornaram conhecidos na época como “OS REIS DO TEATRO”.
Em suas excursões pelo Brasil a fora, com a Companhia Teatral Maracanã, levaram um mundo de sonhos e fantasias, para os mais distantes e quase inacessíveis rincões deste nosso país, num tempo em que a mídia televisiva ainda não havia dominado nossos lares, com as atuais telenovelas.
O livro fala então dessa saga, que se inicia na Itália, com a chegada dos primeiros imigrantes italianos, entre eles, os pais de José Fortuna e Pitangueira, a infância na pequena Itápolis, os devaneios, o desejo ardente de vencer na Arte que escolheram e serem reconhecidos, a inspiração que vibrou em José Fortuna em seus sessenta anos de vida, até sua partida em 1983.
É um retrato fiel e apaixonado do irmão Euclides, direcionado a todos os que admiram a música raiz e o circo-teatro, e uma lição de vida e coragem, a todos aqueles que têm um ideal a perseguir e conquistar.

Editora Fortuna

PREFÁCIO
Por que muitas coisas chegam e vão embora tão depressa? Algumas, às vezes, passam até desapercebidas, mas não quase meio século de união e trabalho. Essa é a história real de dois irmãos unidos na vida e na música, tão bem narrada por Euclides Fortuna, o famoso Pitangueira, que juntamente com seu irmão, José Fortuna, formaram uma das mais importantes duplas sertanejas que o Brasil conheceu: Zé Fortuna e Pitangueira. Dupla essa que logo se tornou um trio, quando se juntou a Zé do Fole, passando a ser conhecidos como Zé Fortuna, Pitangueira e Zé do Fole – “Os Eternos Maracanãs”.
Eis portanto a importância deste testemunho, que ficará registrado neste livro-documento, onde Pitangueira conta a história do trio e de sua família. É o relato dos 36 anos de vida artística, regados a união, dedicação, trabalho, sem orgulho ou egoísmo, superando os altos e baixos da profissão.
Estes personagens simples tem como maior riqueza suas obras imortalizadas no mundo fonográfico, espalhadas por este Brasil a fora, com melodias inigualáveis, descrevendo o sertão onde viveram e cresceram, nascidos em casa de barro, convivendo desde a infância com a natureza, e tendo a enxada como símbolo do trabalhador rural.
Pitangueira descreve com emoção a trajetória de um herói, seu irmão José Fortuna, um dos maiores poetas sertanejos de todos os tempos, que se consagrou com as mais lindas páginas musicais do nosso cancioneiro raiz, entre elas: Terra Tombada, Esteio de Aroeira, Paineira Velha, Índia, Meu Primeiro Amor, O Ipê e o Prisioneiro e muitas outras, que só um artista do talento de José Fortuna seria capaz de compor.
Em meu ponto de vista, o poeta José Fortuna escrevia com a alma, conversava com os passarinhos e com as estrelas, falava com a natureza e compunha com o coração. Coração este que um dia parou de repente, mas certamente continua pulsando em sua alma de menino, compondo lindos versos em uma dimensão maior que esta, tendo como mesa o azulado infinito do céu, e a caneta invisível e misteriosa do além. Poeta rodeado de anjos lindos e sabidos, que transmitem aos nossos corações uma saudade gostosa, sem limites, que quanto mais o tempo passa, mais se torna dolorida.
Recomendo este livro, tão simples, mas tão rico em seu conteúdo, falando de um jeito transparente da vida de um dos maiores poetas sertanejos de todos os tempos. Que bom que o Brasil conheceu José Fortuna! É orgulho da nossa terra e da nossa gente.

José Caetano Erba (in memorian)
Compositor



O AUTOR
Euclides Fortuna, o Pitangueira, é o representante de uma geração de artistas, que fincaram raízes profundas na história da música sertaneja em nosso país.
Irmão e parceiro de José Fortuna, integrou a COMPANHIA TEATRAL MARACANÃ, que ajudou a criar, durante vinte anos, percorrendo cidades e capitais brasileiras, num tempo em que o asfalto não havia chegado a boa parte delas, os meios de comunicação eram incipientes, e o grande companheiro do artista era tão somente o pó vermelho das estradas dos sertões. Inesquecível quem o viu interpretando o mendigo cômico de Voz de Criança, grande sucesso da Companhia, levada ao palco milhares de vezes.
Gravou com o trio ZÉ FORTUNA, PITANGUEIRA E ZÉ DO FÓLE mais de quarenta LPs ainda em vinil, sendo a primeira gravação deles a música Lágrimas de Mãe, ainda em 78 rpm.
Se a música sertaneja atingiu o patamar de hoje, abocanhando boa parte do público jovem brasileiro, que lota as festas de Peão, Bailes e Festividades em todo o país, se a vemos dominar a mídia televisiva como nunca se vira antes, alavancando somas vultosas em direitos autorais, devido ao predomínio de suas execuções nas emissoras de rádio do Brasil, deve-se a estes desbravadores da música raiz, que tiveram a coragem e a obstinação de, em tempos difíceis e arredios a este estilo musical, enfrentar todo o tipo de adversidade e preconceito, movidos unicamente por uma energia especial, que vem de dentro da terra, uma força que só mesmo ela pode proporcionar.
A artistas como Pitangueira, José Fortuna e tantos outros, a eterna gratidão de toda essa família imensa, de raízes profundas e brotos sadios, chamada família sertaneja.

O Editor

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