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Sua Empresa na Era do Marketing 3.0
Por  Glaucia em 19/10/2011, 20:28
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Falar em Marketing 3.0 é falar do novo momento econômico onde o paradoxo da globalização apresenta situações como a China, um país não democrático, sendo percebido como a “fábrica do mundo” e ao mesmo tempo empresas como o Mac Donald’s e a Dell posicionando-se como promotoras da paz e da colaboração entre os países. A proteção ao meio ambiente também faz parte do paradoxo da globalização, onde mais pessoas passam a ter acesso a um maior número de produtos gerando mais resíduos num planeta já saturado de poluição. O marketing 3.0 também se refere ao respeito às culturas locais onde o ambiente empresarial se expande para resolver os problemas das comunidades e, ao mesmo tempo, a empresa se fortalece agregando valor a cada elo da engrenagem representado por aqueles que fazem a empresa ser o que ela é ( empregados, fornecedores, distribuidores, revendedores, parceiros comerciais ). A prática do Marketing 3.0 se apresenta como resultante das mudanças nas atitudes dos clientes que impulsionados pelas ferramentas da tecnologia da informação, passaram a participar ativamente das decisões relativas às marcas, aos produtos e aos serviços . O marketing 3.0 segundo a American Marketing Association é definido como “... a atividade, conjuntos de instituições e processos para criar, comunicar, oferecer e trocar ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiros e a sociedade como um todo”. Essas premissas do marketing 3.0 estão levando empresas visionárias a promover profundas mudanças em seu “modus operandi”. O foco é o ser humano e seus valores e não mais o consumidor passivamente influenciável. O “novo” marketing leva a você empresário as informações para a mudança, no entanto, é importante utilizar com sabedoria as ferramentas que estão disponíveis envolvendo a criatividade, a tecnologia da informação, o respeito aos valores humanos e as práticas cada vez mais sustentáveis. Na prática, comece a planejar que podem ser implantadas. Em seguida implante-as com sabedoria, reconhecendo e corrigindo os eventuais deslizes. Comece pelo banner de plástico feito com tinta tóxica, transforme-o num arquivo virtual e personalize a mensagem enviando-a para grupos específicos. A mensagem será mais bem recebida. Se o banner for inevitável, troque-o por um cartaz impresso com tinta atóxica num papel reciclado. Construa a história da missão da sua empresa em parceria com seus colaboradores e com seus clientes também. Seja criativo para viabilizar isso. Use a tecnologia a seu favor e troque as grandes verbas de comunicação de massa por um bom salário de um jovem formador de opinião e conectado nas redes sociais. Crie uma política de RH em consonância com os novos consumidores e esqueça os procedimentos da época do marketing 1.0. Essas e outras práticas colocarão sua empresa no atual cenário 3.0 do Brasil e do mundo. Comece agora mesmo!

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Eficiência Ecológica , Indústria Automobilística e Consumo
Por  Glaucia em 24/08/2009, 13:08
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As diferenças no comportamento de consumo no mundo se diferenciam pela maior ou menor necessidade que o indivíduo tem em relação a cada bem de consumo. É certo que em países e regiões menos desenvolvidas, as necessidades são mais básicas como o acesso à saúde, ao alimento, à moradia, à educação. Em contrapartida, nos países e regiões em desenvolvimento já se encontra um mercado de consumo em constante ascensão e em países desenvolvidos, em muitos casos, há o consumo desenfreado e, não raro, irresponsável.
No Brasil, país de dimensões continentais e classicamente rotulado como “em desenvolvimento”, convive-se com as três realidades: a da busca para o suprimento das necessidades básicas, a do alcance dos produtos dos sonhos e a do consumo desenfreado.
Percebendo essas realidades, propomos aqui uma reflexão em relação à produção automobilística no Brasil e no mundo. Muito se fala das alternativas de produção sustentável e da produção de produtos ecologicamente corretos, contudo o que vemos na indústria automobilística americana é a continuidade da fabricação de automóveis grandes, luxuosos e que poluem, poluem muito. Mesmo que alternativas voltadas ao uso de catalisadores mais eficientes e outros aspectos tenham diminuído os gases poluentes emitidos por esses automóveis, o que está em xeque é muito maior do que essas medidas paliativas. O momento é de se reconceituar o produto automóvel. Se o carro for percebido apenas um meio de transporte que facilita a vida das pessoas e permite que elas ganhem tempo, já se tem como vislumbrar um novo conceito e criar um novo meio de transporte não poluente, com peças totalmente recicláveis, de baixo custo e acessível a um número cada vez maior de pessoas. Certamente essa questão já foi levantada, pesquisada e traduzida em protótipo. O Japão está na liderança dessa iniciativa, mas, interesses financeiros, econômicos, políticos e de relações internacionais inibem que o Japão lidere essa “reengenharia conceitual automobilística”. Por outro lado, a General Motors está desenvolvendo um carro elétrico composto com materiais totalmente recicláveis, entre os materiais está uma espécie de policarbonato ( leve, bonito e altamente moldável ). Mas, a iniciativa de General Motors parece mais uma oficina de criatividade do que um propósito de reconceituação do produto. E ainda, na Índia o Sr. Tata propõe o “carro dos pobres”, veículo automotivo de baixo custo, econômico, menos poluente. Na verdade, uma “gambiarra” ainda inspirada no carro convencional com o objetivo de atender a demanda do primeiro grupo de consumo descrito no início deste artigo, ou seja, daqueles que necessitam prioritariamente de alimento, moradia, saúde e educação.
Sob a ótica da indústria automobilística, é fato que estamos vivendo uma crise conceitual que esbarra em interesses econômicos, mas devemos avaliar essa crise também pela ótica do consumo. Se os consumidores exigissem o novo conceito automobilístico, a indústria seria obrigada a se render à realidade do mercado. Os consumidores deveriam comprar só os carros totalmente ecologicamente corretos. Se houvesse um grande movimento mundial nesse sentido, haveria uma mudança radical e teríamos os nossos novos veículos automotivos em pouco tempo. A questão, no entanto, é mais complexa, pois para que houvesse carros elétricos, por exemplo, deveria haver também uma infra-estrutura para que esses carros fossem recarregados. O carro da GM tem uma autonomia de 65 km, a partir daí, se não recarregado, utilizará um combustível comum (no caso dos EUA, a gasolina e no Brasil poderia ser o álcool ). Além disso, por enquanto, esses protótipos tanto japoneses quanto americanos, são caros, caríssimos e desta forma, num primeiro momento, inviabiliza-se sua comercialização em massa ( fato que deve ser superado com o passar do tempo ).
Por outro lado, na tentativa de esperar que essa revolução conceitual aconteça, é possível iniciar ações que sejam eficientes partindo da iniciativa individual e também do incentivo público e privado. Proponho aqui algumas alternativas :
1ª) Criação da cultura da carona – A carona pode ser incentivada pelas empresas através da avaliação individual. Cada colaborador vai perceber isso como um aspecto positivo a ser conquistado junto ao seu superior imediato. O governo pode dar incentivos fiscais ( redução ou isenção de IPVA) a cada motorista cadastrado na empresa como um cidadão que oferece carona;
2º) Criação da postura Ecológica – O consumidor exigir a cada compra de automóvel as questões de responsabilidade ambiental e, o governo incentivar as indústrias a essa prática;
3º) Cada cidadão fazer a sua parte no que se refere à consciência ecológica: promoção de debates sobre o assunto, eventos comunitários, incentivo ao uso da bicicleta ( quando possível), propostas junto ao poder público, entre outras alternativas.
A eficiência em relação à responsabilidade ambiental que deseja-se da indústria automobilística no Brasil e no mundo deve começar por cada um de nós.

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Franqueando o meu Negócio
Por  Glaucia em 14/05/2008, 13:48
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Inúmeras são as razões que levam o empresário a considerar a hipótese de expandir sua empresa através do franchising, mas certamente a inspiração maior vem das experiências bem sucedidas de empresas globais da área de fast food, postos combustíveis, limpeza, cosméticos, etc.
Graças ao processo de desenvolvimento contínuo, essas grandes franqueadoras, foram, ao longo de décadas, reinventando seus produtos e serviços, aprimorando sua gestão e redefinindo as estratégias de expansão. Transformações de todos os tipos ocorreram para que chegassem hoje aos modelos bem sucedidos de referência empresarial na área de franquias. Certamente o custo do aprendizado foi alto, mas o resultado de longo prazo mostrou que todo o investimento valeu a pena. Suas marcas de tornaram referência, a lucratividade aumentou, os ganhos em escalas produtivas foram excelentes e mais profissionais foram empregados em todo o mundo.
O empresário bem sucedido que almeja expandir seus negócios através da franquia sabe que, tanto quanto às franqueadoras de sucesso, o amadurecimento de sua empresa necessitou de tempo e investimento para que chegasse à estabilidade atual, por isso a necessidade de um planejamento detalhado para continuar o negócio com novos sócios ( os franqueados). Essa mudança de paradigma envolvendo a transmissão do know how para os franqueados exige uma visão mais abrangente do próprio negócio, exige um aumento da capacidade de disseminar informações, exige maior agilidade na tomada de decisões e ainda a adoção de um sistema de controle gerencial capaz de gerar relatórios de desempenho a qualquer momento. Destacamos abaixo as ações a serem adotadas e que são imprescindíveis para que os empresários transformem seus negócios em franquias:

• Fazer um planejamento estratégico direcionado à franquia;
• Disponibilizar recursos financeiros;
• Ter a marca registrada e as patentes dos produtos ou serviços ( quando cabíveis);
• Formatar a franquia ( COF, Manuais, Normas e Procedimentos);
• Prever equipes de gestão e operacional com organograma específico para franquia e equipe terceirizada para atividades
que não serão desempenhadas pelas equipes internas ( consultorias jurídica, contábil, franquia, marketing, comunicação)
• Capacitar às equipes;
• Criar sistemas de controles;
• Criar um plano de expansão;
• Implantar e monitorar uma unidade piloto;
• Repassar o know how para as unidades franqueadas.

O tempo estimado para a formatação de uma franquia varia entre 4 e 6 meses dependendo da complexidade do negócio. Estima-se ainda que a unidade piloto deva ser testada no mínimo por 6 meses antes que seja repassado o know how para toda a rede.



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A Filosofia Estratégica de Marketing
Por  Fronte Sul em 12/03/2008, 14:56
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A terceira onda preconizada brilhantemente por Alvin Tofler, que se traduz pela revolução da informação, não poderia expor de modo mais evidente o compromisso transformador de cada ser humano no processo evolutivo das nações e do próprio planeta. O que, na época da “ Segunda Onda ” ( revolução industrial) era papel dos grandes industriais, propulsores da prosperidade através das fábricas , hoje é papel de cada cidadão, pois a era do conhecimento é para todos os que querem exercitar suas mentes e colocá-las a serviço da humanidade. Nesse sentido, todo e qualquer serviço prestado deve se pautar nessas premissas. O marketing operacional nascido oficialmente no berço da revolução industrial e que tinha o papel essencial de vender mais, passa agora a ser uma filosofia estratégica, onde, não só o aumento de faturamento interessa. O marketing da “ Era do Conhecimento ” exige cautela e mais do que nunca, pesquisa qualitativa. Ainda que lentamente, os consumidores começam a agir em prol das questões ecologicamente corretas e passam a ter uma visão mais completa do universo mercadológico e de seu impacto para as gerações futuras. Além disso, os hábitos de consumo, não necessariamente focados às questões ecológicas, passam a ser mais criteriosos, em todos os sentidos. Está mais difícil a compra por impulso. Ela ainda existe, mas é mais criteriosa. O consumidor se informa previamente ( e a Internet está aí para isso ! ). Não é raro, o paciente ir ao médico informado sobre o diagnóstico de seu quadro clínico e as diversas opções de tratamento. Da mesma forma se dá na oficina mecânica ou no dentista. O que antes era inimaginável, agora é fato.

É esse consumidor que as empresas devem conhecer.

Por outro lado, abrem-se oportunidades de negócios junto a públicos antes excluídos. O melhor exemplo veio da Índia com o economista Sr. Muhammad Yunus, prêmio Nobel da Paz de 2006, que defende a idéia de que o acesso ao crédito deveria ser um direito universal do ser humano. Ele criou um banco para fazer pequenos empréstimos aos povos pobres da Índia. Com esses “micro-créditos” as pessoas saíram das estatísticas da miséria e se tornaram pequenos empresários. O Grameen Bank tem hoje mais de 8 milhões de clientes e o índice de inadimplência é menor que 2%.

A filosofia do marketing desta “ Nova Civilização” é mais democrático porque pode ser praticado por todos os tipos de empresas, das menores às maiores. As menores têm a vantagem de agir mais rapidamente diante de novas posturas de consumo e as maiores, costumam ter mais recursos financeiros para agir de forma mais abrangente. A filosofia estratégica de marketing desde que bem praticada, passa a ser um elo forte de integração empresarial que impulsiona a economia e promove transformações de prosperidade para empresas e nações no mundo todo. ( Gláucia de Salles Ferro)

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