IBM: crescimento em países emergentes
A IBM espera que as vendas em países em desenvolvimento, como Brasil, Rússia, Índia e China, continuem a crescer em um nível saudável pelo menos nos próximos seis meses, disse o CEO da companhia, Mark Loughridge.
A maior empresa de serviços de tecnologia do mundo viu as vendas nesses países e em outros mercados emergentes se elevarem muito mais rapidamente do que nos Estados Unidos, na Europa Ocidental e em outras economias desenvolvidas nos últimos anos.
Loughridge disse em uma entrevista na quinta-feira (16/10) esperar que a tendência continue, uma vez que governos, agências estatais e grandes corporações contratam a IBM para ajudar em projetos de modernização em áreas como telecomunicações, serviços bancários e sistemas de transporte.
"Há grandes oportunidades para o desenvolvimento desses projetos de infra-estrutura”, afirmou.
Para o terceiro trimestre encerrado em 30 de setembro, a IBM relatou um aumento de 51% das vendas para a Rússia, 28% para o Brasil e 24% para a Índia. As vendas globais subiram 13% em países emergentes durante o período.
Como comparação, os Estados Unidos apresentaram um crescimento de apenas 1%, a Europa, o Oriente Médio e a África, de 10%, e a Ásia, 6%.
Loughridge disse que a receita cresceu apenas 3% durante o trimestre na China. Mas ele atribuiu o fraco desempenho aos Jogos Olímpicos de Pequim, dizendo que os negócios em geral caíram na China porque o país estava ligado na Olimpíada.
"A China estava muito forte no início do trimestre. Houve uma pausa nos Jogos Olímpicos. Nós esperamos que volte no quarto trimestre", disse.
Fonte: Reuters
20/10/2008
Para muitas empresas globais, a Bric tem sido o salvador da pátria para os resultados financeiros, mas isso em partes, pois no caso do Brasil se dólar continuasse a valorizar frente ao real, isto seria terrível para o envio de remessas, já que os balanços são dolarizados.
As atitudes do Banco Central e do BNDS de injetar dinheiro na base da economia brasileira e evitar o efeito gargalo e conseqüentemente o efeito dominó da recessão no Brasil.
Já era fato que a Bric seria vista como a menina dos olhos para as grandes empresas, isso vem fortalecendo ainda mais a confiança dos investidores internacionais nestes países, fazendo com que, o efeito manada, de retirada dos investimentos em bolsa e infra-estrutura, seja minimizado, evitando o colapso brasileiro.
O Brasil tem sido uma pedra no sapato dos países de primeiro mundo e para os países emergentes tem sido um motivo de exemplo a se seguir. Claro que problemas todos temos, mas a armadura do Brasil resistiu e resiste muito bem a essas batalhas econômicas Globais.
Mesmo com produtos de tecnologia de meio as empresas quem encontrando nos países da BRIC um local de desovar tais produtos, haja vista que o Brasil que encabeça a relação é um dos maiores exportadores de matéria prima, física e intelectual. Como nosso parque industrial está sucateado desde a década de 80, ainda corremos o risco de sermos dependentes tecnologicamente dos paises desenvolvidos.
Agora só podemos esperar os reflexos do Natal e do volume negociado na 25 de março, no Brás e nos shoppings. Pois o Governo está fazendo de tudo para não elevar o custo do dinheiro. Há quem veja oportunidades perante as crises, você é uma dessas pessoas ?
Nada melhor do que um dia após o outro para ver aonde tudo isso irá parar, creio que a tendência é de que o Brasil saia dessa apenas com alguns pequenos arranhões...
Existem situações que não tem como recuperar, é o caso de um amigo que investiu mais de R$ 200,00 na bolsa e perdeu tudo... Claro que isso foi na bolsa da mulher dele... fazer o que, todos nós estamos correndo riscos.